Amiga

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Quando os teus olhos, já cansados de vaguear pelas coisas mortas da vida, se abrirem para um novo despertar, pensa em mim e faz tua a minha imagem, para que ela se torne na alegria dos momentos vazios e te reconforte, dando-te a paz de espírito de que tanto necessitas.

Se a tua boca já cansada de falar (através dos teus próprios pensamentos), se calar, esboça de novo um sorriso e comigo vem desabafar…

Conversa, conversa sem limites, sem restrições de qualquer género ou natureza, para que eu possa desenhar na tua frente, tudo de belo e profundo que existe em minha mente.

Quando os dedos gelados e retorcidos tu sentires, vem… vem, porque irei fazer com que o globo se torne mais pequeno, para que o possas segurar, para que o possas abraçar e sentir que ele é teu, somente teu, assim… ínfimo, sem conflitos nem paixões, sem tristezas nem solidões.

Se ao anoitecer a tua alma (tua mais pura rosa) murchar, derrama uma lágrima sentida, entristecida e senti-la-ás desabrochar!

Quando os primeiros raios de luz entrarem de mansinho pela brecha da tua janela e te aperceberes que estás só… ergue-te, trauteia uma canção, uma linda cantiga e lembra-te que contigo está sempre a tua AMIGA!

6 Comments

  1. Esqueci-me de dizer … gosto da foto, onde se põe um “Gosto” aqui? 😉 ehehehe

  2. Alguém cantava uma vez assim: “É bonita, é bonita, é bonita!”. Assim és tu Amiga 🙂
    Um beijo!

  3. “Sim Amiga eu farei o que dizes”…
    Continuas a escrever muito bem… gosto muito.
    Beijinhos

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