A tarde…

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O dia avançava no tempo, a noite caía, a tarde dormia…

Eram dezoito horas. O encontro aconteceu e o sol morreu!

Dois vultos enlaçados fugiam dos olhares curiosos e afastavam-se a caminho do mar, transportando Poesia no olhar.

Um beijo trocado às escondidas, selava o amor, que era jovem, puro e singelo. Um só propósito: AMAR

Nos dois vultos enlaçados, de olhares enamorados, havia uma fuga e o mesmo propósito: SONHAR

O dia avançava no tempo, a noite caía, a tarde dormia.

Eram dezoito horas de uma tarde qualquer, uma noite que caía, quando o sol morria…

Lá longe, já pouco visíveis, eram só um vulto que desaparecia…

Lá longe, por trás das montanhas, já num outro mundo, onde o medo é nulo, o Universo sorriu.

Tudo foi esquecido, nada foi lembrado, quando entre eles, um beijo foi trocado.

Eram dezoito horas de uma tarde qualquer, uma tarde vulgar, uma noite que caía, quando o sol morria…

E nada mais!

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