Havia um pombo que poisou no muro do meu quintal…
Olhou-me com um ar triste e cansado, como quem perdeu um «amigo» ou «amiga».
No seu bater de asas caídas. Tentava dizer-me…
– A tua vida é uma história triste, a minha é igual à tua…
Voa, como anjo e com pureza, como me dizendo…
– Fica à minha espera no muro do teu quintal, onde não há pombos, mas tristeza, e uma fonte onde a água já não passa. Espera por mim, que levarei comigo a tua e a minha (esperança e solidão).


14 de Abril de 2013 at 11:08 pm
Há sempre um “pombo” que vem ter connosco num momento de solidão.
No meu caso, muitas vezes, o “pombo” toma as formas de um gato…
15 de Abril de 2013 at 3:11 pm
Para ti ! Ou um gato, para mim ou um cão (que já não tenho)
Então fico com «ELA» que é minha fiel companheira….
17 de Abril de 2013 at 11:50 am
Penso que a “ELA” seja a tua irmã, companheira de sempre…
18 de Abril de 2013 at 12:33 pm
Sim sempre! (e… a solidão também)…..