Na face da minha alface,
plantei uma couve que não me ouve,
que não me escuta.
Nasceu cicuta.
Que não mata.
Que não me ata.
E quando aberta,
me liberta.
Mas… estou alerta.
29 de Junho de 2013 | 1 Comment
Na face da minha alface,
plantei uma couve que não me ouve,
que não me escuta.
Nasceu cicuta.
Que não mata.
Que não me ata.
E quando aberta,
me liberta.
Mas… estou alerta.
8 de Julho de 2013 at 12:10 am
Acho bem que estejas…