Os feriados

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Publicação de 1910

É curioso encontrar a publicação (de 1910) que decretou, para valer como lei, os feriados de 1 de Janeiro, 31 de Janeiro, 5 de Outubro, 1 de Dezembro e 25 de Dezembro (ver imagem) e perceber que em 2013, destes já só restam o 1 de Janeiro e o 25 de Dezembro.

O 31 de Janeiro terminou em 1952 (juntamente com o 3 de Maio, instituído em 1912 para celebrar a descoberta do Brasil), ano em que surgiram (após regulação do acordado na Concordata com a Santa Sé) os feriados católicos: Imaculada Conceição (8 de Dezembro), o Corpo de Deus (móvel), o 15 de Agosto (Assunção de Maria) e o Dia de Todos os Santos (1 de Novembro).

Este ano de 2013, é o primeiro ano que não comemoramos o 5 de Outubro e 1 de Dezembro.

O 5 de Outubro, como diz o decreto, consagrado aos heróis da Republica, já não interessam para este governo. Parece que já nem a república interessa muito.

O 1 de Dezembro, consagrado á autonomia da pátria portuguesa (a independência), também já não faz sentido porque perdemos a autonomia, estamos totalmente dependentes do que se passa na Europa e no resto do mundo. Teremos no futuro novamente o feriado se conseguirmos, mais uma vez, restaurar a nossa independência. Desta vez não será contra os filipinos mas contra os “merkolinos”.

One Comment

  1. Eles julgam que é por causa da supressão dos feriados que isto se resolve…
    Façam menos asneiras, tenham capacidade humana para serem humanos e não peças de uma gigantesca máquina, da qual não passam de “porcas” e vão ver que isto vai lá…
    Mas considerem as pessoas como pessoas e não como outras “porcas” dessa mesma máquina, por favor.

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