Sol nascente

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Como quem se despe para amar a madrugada.
Acordei doida, tresloucada….
Como tendo um só dia para viver.
E… juntinha com meu irmão,
Lá fomos ver o Sol nascer.

Sim! Eu lembro e amo ainda, esse rumor abrindo,
Na luz molhada como rosas brancas de solidão,
Feitas carne na minha boca aprisionada.

Não foi nem menor nem maior tua luz.
Foi a mágua e alegria que em ti pus,
Mais… O amor que ainda hoje me conduz.

Não lhe toquem: são amores, bondade…
Cheira a rosas, em verdade,
Perfumando um único verso,
Cabendo inteiro no universo,
Fazendo dele todas as prosas.

Não lhe toquem: foi apenas um homem e uma mulher,
Ficando assim até morrer…
Nesse saudoso e doce amanhecer.

4 Comments

  1. Obrigado a todos os Amigos, pelas vossas palavras. Um beijo para todos

  2. Gracinha, mais uma vez obrigada pela sua contribuição. É sempre bom ler o que escreve. Lindo poema! Beijinhos

  3. “Na luz molhada como rosas brancas de solidão” … esta frase tocou-me 🙂

    Muito bonito o seu poema, Gracinha. Parabéns.

  4. Agora já não me engano; parabéns à Gracinha.

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