O abraço

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yng_yang
Ando há dias a pensar no abraço. Não o abraço circunstancial, não o abraço de palmadinhas nas costas, mas no abraço que abraça, que aconchega, que conforta, que protege, que ajuda, que alivia…

Não há nada que substitua um abraço, um abraço amigo, um abraço saudoso, um abraço solidário.

Há qualquer coisa de mágico num abraço. Há uma entrega quase imperceptível e só quem o dá, ou quem o recebe, consegue compreender o seu verdadeiro significado.

O abraço nunca é um gesto vão. O abraço une, dispensa palavras, fala sem voz, perdoa, reconcilia, sente-se, ama-se, dá-se, recebe-se.

Não precisa ser forte, basta ser sincero, basta ser espontâneo.

Num abraço cabem todos os poemas.

6 Comments

  1. Lindo amiga… este teu abraço já é um poema… gostei muito, fez-me recordar alguns “abraços”… sinceros.

  2. Sim, num abraço cabem todos os poemas!…
    Já um abraço é um poema em si. Sem metáforas, sem palavras, só silêncios.
    Desde que seja (aquele abraço…….)

  3. Ao ler estas palavras mágicas fui-me lembrando de abraços que me marcaram, em diferentes momentos e situações, dados por pessoas por quem tenho diferentes ligações emocionais, que me fizeram sentir diferentes emoções e sentimentos… tão mágico como é um abraço!
    Que “nunca é um gesto vão”…

    • Abraçar é envolver (ou deixar-se envolver) nos braços de (ou por) alguém. Abraçar é “embrulhar” o outro numa sensação única. Todos os abraços são diferentes e todos eles têm o seu próprio significado, a sua própria mensagem… e se pensarmos no nosso primeiro abraço?

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