Morte a Venezia

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Fui convidada pela minha amiga Salvina a imergir no seu mundo através do “TRI-ÂNGULO”. Esta será, seguramente, uma viagem atribulada, com altos e baixos, no entanto, não restam dúvidas que esta será uma experiência inesquecível! Neste espaço não há lugar a obrigações fastidiosas, sendo por isso profundamente libertador!

Dito isto, o cinema acompanhou-me desde muito cedo e tornou-se uma obsessão, quase alienação… assim, irei deambular nesse infindável mundo da sétima arte através da minha visão crítica, muito pessoal, em que a emoção servirá sempre de mote para cada aventura cinéfila. Mas não se admirem se o meu alvo for outra coisa qualquer. Afinal, nesta espuma dos dias, sabe sempre bem desabafar/criticar…

Obrigada Salvina por este desafio!

Nesta minha estreia, deixo-vos com o filme da minha vida. Morte a Venezia, de Luchino Visconti.

Todos os nossos medos retratados, realizados com a mestria de Visconti; a obsessão pelo belo; a angústia pela decadência física; a solidão… a MORTE, em Veneza, sob o manto do “Sirocco” ecoando a partitura sublime de Mahler. Se nada disto convencer, fica a partida de Bogarde e o eterno “TADZIO!”.

6 Comments

  1. Obrigado Margarida,por ter «aderido» ao nosso TRI-ÂNGULO.
    Ao referir esse filme de Visconti (Morte em Veneza) já mostra que é uma pessoa sensível…
    É pessoas assim, com esse propósito, que o tri-angulo quer.

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