Cândida flor

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Assim nasceste, cândida flor!… Branca e imaculada, sem dor.
Dores vieram nas Primaveras e Invernos da tua vida, sempre lutando com a candura inocente, como «Deus» te pôs aqui, imaculada, pura e singela.
Contigo aprendi!… Que não é preciso dar muito, para receber muito.
Por ti minha alma chora cantando o cântico dos cânticos, deixando-te levar na candura dos anjos.

8 Comments

  1. Belíssimo texto, belíssima fotografia, belíssima homenagem, Miguel. Não conheci a Candidinha, como tão carinhosamente era apelidada pela sua Salvina, mas não restam dúvidas que era uma pessoa de excepção. Fui absorvendo, ao longo dos tempos, cada segundo das estórias que a Salvina me ia contando sobre esta figura singular. Decidi roubar uma frase escrita por um dos meus heróis, Jim Morrison, que espelha na perfeição a “importância de ser Candidinha”. Afinal, também ela foi uma heroína!

    “Death makes angels of us all and gives us wings where we had shoulders smooth as ravens claws.” – Jim Morrison

    • Era um passarinho, Margarida… e voou a caminho da eternidade… para lá, onde não há dor, onde não há tempo, nem tristeza, nem sofrimento. Voou para o infinito levando consigo o amor que lhe demos e deixando-nos de herança tesouros preciosos, que nortearão para sempre as nossas vidas.

    • Obrigado Margarida por comentares!…
      Ela era uma heroína em todo o seu esplendor de candura……

  2. Como eu vivo e sinto cada uma das tuas palavras.
    Um beijo grande, minha amiga.

  3. Lindo….. O que sentes , o que pensas e o que escreveste sobre a nossa Candinha, é verdadeiro e sentido. Quando digo “nossa” Candinha, tomo essa liberdade, porque a conheci e senti que ela era uma pessoa maravilhosa, doce e muito “perfeita”, mesmo do alto dos seus, já 93 anos(se eu não estou enganada), por isso adotei-a como minha também. Espero que a Minha Amiga Vina não leve a mal. A Foto é Maravilhosa também. Muito adequada ao texto. De certo a Candinha voou nas asas dessa linda “Pomba” para junto de Deus.

  4. Obrigada pelo texto, Miguel. Sei que tinhas muita ternura por ela… e ela por ti. Lá, onde ela estiver, vai continuar a ler-nos. Um beijo.

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